Aniversariantes de Abril

| 01/05 | Caio Cesar dos Santos | Cortag |
| 04/05 | Vanessa Cristina de Oliveira Garcel | Laticínios Carolina |
| 04/05 | Andressa Sbragia Zaremba | Laticínios Carolina |
| 07/05 | Natalia Gonçalves de Souza | Laticínios Carolina |
| 09/05 | Luciene de Fatima dos Santos Lima | Mucambo |
| 18/05 | Janaina de Souza Nunes | Laticínios Carolina |
| 19/05 | Rosimere Felix de Lima | Novo Tempo |
| 26/05 | Maria Luiza da Silva | Laticínios Carolina |
A UM PASSO DA EVOLUÇÃO
Mesmo sob a sombra da desaceleração econômica e da ameaça de desindustrialização, o Brasil, de certo modo, avança e navega à margem da crise mundial. No ano passado, o mercado de trabalho brasileiro viveu seu melhor momento em nove anos. A taxa média anual de desemprego, segundo o IBGE, atingiu o menor nível desde 2002: 6%.
Neste contexto, a Terceirização continuou a dar sua contribuição fundamental. Hoje, é a alternativa das mais viáveis para manutenção de índices positivos da empregabilidade. Eventuais conceitos que tentam relacionar o setor com precarização das relações de trabalho são inconsistentes. Controles falhos ambientes propícios ao não cumprimento dos direitos trabalhistas ocorrem em todos os setores, não sendo, portanto, a Terceirização a grande causadora isolada dos males trabalhistas no Brasil.
Terceirização significa novas perspectivas de trabalho, modernização das relações entre empresas, aumento da competitividade, além de fonte de geração de empregos diretos e indiretos. O setor ainda contribui para o crescimento da economia e para a queda dos números da informalidade.
Entre 2010 e 2011, mais de 10 milhões de trabalhadores foram contratados por prestadoras de serviços a terceiros. Diante da mobilização pelo fim da atividade, há uma importante questão a ser respondida: teria o Brasil capacidade para absorver o contingente de trabalhadores formais hoje empregados pela Terceirização? Improvável.
Este setor é hoje sinônimo de especialização e de formação de mão obra para atender às novas exigências dos sistemas produtivos. A prestação de serviços constitui recurso estratégico indispensável à modernização e ao desenvolvimento empresarial. Ampara-se no princípio da parceria, que requer confiança entre partes envolvidas, transparência e preservação de princípios éticos.
As empresas prestadoras de serviços sérias, responsáveis e cumpridoras de seus deveres, não podem ser misturadas às inidôneas, inescrupulosas, que visam apenas o lucro e não se preocupam com a qualidade do serviço prestado ou burlam os direitos dos trabalhadores. A maior parte das reclamações contra a Terceirização está naqueles segmentos nos quais o principal critério para os contratos é o menor preço.
A Terceirização abre e amplia novos horizontes econômicos e por isso precisa ter sua lei própria. A partir da aprovação de uma legislação específica, o setor poderá avançar e ficará cada vez mais fácil perceber onde estão as frutas podres da cesta. Com regras claras, haverá uma seleção natural entre as boas e as más organizações do setor.
Este é um momento de decisão para o Brasil. Escolher entre continuar crescendo ou estagnar enquanto as demais Nações sobem a patamares mais altos. A Terceirização pode ser um grande degrau. Basta apenas dar o primeiro passo. Queremos competir em um mercado livre e concorrer com empresas nacionais e estrangeiras, sob o escudo de regras igualitárias.
“A Terceirização abre e amplia novos horizontes econômicos e por isso precisa ter sua lei própria. A partir da aprovação de uma legislação específica, o setor poderá avançar e ficará cada vez mais fácil distinguir as boas das más empresas. Com regras claras, haverá uma seleção natural.”
Vander Morales
Presidente do Sindeprestem e da Fenaserhtt
Ouvidoria Novo Tempo
Foi criada com o objetivo de estabelecer um permanente canal de diálogo com os usuários pelo e-mail: sac@novotempopromocoes.com.br
O trabalho da Ouvidoria é importante para a identificação de quaisquer dúvidas dos usuários, buscando soluções para as questões apresentadas, oferecendo as informações e sugestões cabíveis e criando um canal de comunicação entre a Novo Tempo com funcionários e clientes.
Avance sempre
Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar. Mas, é importante não parar. Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso. Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena. Pequenos riachos acabam se convertendo em grandes rios.
Continue andando e fazendo. O que parecia fora de alcance esta manhã, vai parecer um pouco mais próximo amanhã, ao anoitecer, se você continuar se movendo para frente. A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.
Se você para completamente é muito mais difícil começar tudo de novo. Então, continue andando e fazendo. Não desperdice a base que você já construiu. Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante. Pode não ser muito, mas vai te manter no jogo.
Vá rápido, quando puder. Vá devagar, quando for obrigado. Mas, seja lá o que for, continue. O importante é não parar!
Texto de Jefferson Xavier, consultor organizacional.
As vendas vão reagir quando você reagir
Por Evaldo Costa
Estou há mais de três décadas atuando no varejo. Já visitei mais de 40 países e convivi com diferentes momentos da economia. Foram crises de governo, pacotes econômicos, falta de vendas, fartura de vendas, empresas prosperando, falindo etc.
Durante uma década atuei a frente de lojas nos principais shoppings do Rio de Janeiro e presenciei tantas empresas fechando as portas, que não seria capaz de enumerá-las. O tempo passa, as circunstâncias são outras, mas as causas do insucesso continuam as mesmas: quando o mercado está comprador, a maioria se acomoda, achando que vai durar para sempre. Daí vem um pequeno sinal de estagnação ou dificuldade de vendas e parece até que o mundo vai desabar. Fico chocado só em pensar que as pessoas continuam sentadas à frente da TV a esperar que uma boa notícia resolva os seus problemas.
Em boa parte dos insucessos empresariais que testemunhei, o pessoal de vendas não estava fazendo nada para criar melhorias, mas sim, esperando que as vendas ocorressem sem muito esforço. Fico impressionado como tem gente que só sabe reclamar, sem fazer nada de útil para que os resultados sejam otimizados. Uma vez li um ditado que dizia: “Quem quer fazer alguma coisa, arruma um motivo; quem não quer fazer nada, arruma uma desculpa.”
Quero dizer que nada vai melhorar até que mude a sua forma de pensar e agir. Portanto, um bom começo pode ser:
1) Pare de esperar que a economia e o governo façam o seu trabalho;
2) Deixe de ficar sentado, na expectativa de que as notícias resolverão o seu problema;
3) Abandone as desculpas e faça algo de útil para vender mais, a exemplo de atender bem, cadastrar e dar feedback otimizado aos clientes;
4) Entenda que você precisa se reciclar e faça algo de concreto neste sentido;
5) Não espere os consumidores comprarem de você: venda para eles;
6) Prepare-se nos momentos difíceis para estar pronto quando as coisas melhorarem;
7) Ouça menos previsões e faça a sua parte.
Vale ainda refletir: estão as empresas sabendo vender bem os seus produtos ou querem apenas anunciar, a espera que o cliente apareça e compre? Saiba que vender pela mídia pode até funcionar bem quando a economia estiver aquecida, mas não é o suficiente para atravessar, com segurança, mercados turbulentos.
O Brasil, felizmente, passou ileso por uma grande crise global e a economia continua “de vento em popa”. Isso é muito bom, mas tem muitas empresas, indivíduos e até setores inteiros se esquecendo de como vender. Se há alguém achando que isso vai durar para sempre é bom reavaliar os seus conceitos para não “dar com os burros n’água”.
As empresas e indivíduos mais valiosos são aqueles que são capazes de criar e dirigir as receitas, comprometendo-se e apoiando a formação, motivação e fortalecimento de suas equipes de vendas. Há apenas duas maneiras de vencer no varejo: preparando-se para ele ou apostando que irá ganhar alguns milhões na loteria.
Agindo da primeira forma, você logo vai constatar que o sucesso depende muito mais de você do que da economia aquecida, governo, fornecedor, mercado etc. Falta de vendas e baixa rentabilidade é quase sempre reflexo de sua acomodação.
Pense nisso e ótima semana.
Evaldo Costa é diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil, escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”. Contato: evaldocosta@evaldocosta.com ou www.evaldocosta.com.
Vendas de supermercados crescem 4,92% em junho
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As vendas reais do setor supermercadista cresceram 4,92% em junho, na comparação com o mesmo período do ano passado, informou a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em relação a maio, no entanto, o setor viu as vendas reais – ou seja, descontada a inflação – recuarem 4,59%. Em junho, a cesta básica que inclui 35 produtos considerados de largo consumo passou a custar R$ 275,91, uma queda de 1,22% em relação ao preço apurado em maio, segundo o instituto de pesquisas Gfk. Os produtos que registraram altas mais expressivas na comparação mensal foram farinha de mandioca (3,53%), xampu (3,34%) e queijo prato (3,23%). Já as quedas mais relevantes partiram do preço da batata (-19,29%), tomate (-9,74%) e açúcar (-7,12%). No semestre No acumulado do primeiro semestre, as vendas reais dos supermercados alcançam alta de 5,57%, ante os seis primeiros meses de 2009. Para o presidente da Abras, Sussumu Honda, o ritmo de crescimento das vendas deve ser mantido durante o segundo semestre. “Acredito que as boas notícias na área econômica, como a geração de empregos recorde no primeiro semestre e o crescimento da massa salarial, credenciam para um bom desempenho do setor no segundo semestre do ano”, observa. Em valores nominais, ou seja, sem descontar a inflação, as vendas subiram 10% perante junho de 2009 e avançaram 10,82% no acumulado do semestre. |
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Fonte: Varejista
Vendas no varejo: a diferença entre atender e vender
Vou relatar a experiência que tive em uma rede de lojas de roupas no Rio de Janeiro. O trabalho era identificar as razões pelas quais alguns vendedores vendiam mais que os outros.
Assim, fui às lojas, acompanhar os vendedores. Como o sistema de atendimento era de rodízio, acompanhei todos até ter dez atendimentos de cada um. Esse sistema pressupõe que todos os vendedores deverão ter chances iguais de resultado.
Para sumarizar, falarei apenas de três deles, do melhor, ou vendedor A, do regular, ou vendedor B e do pior, ou vendedor C. Os resultados foram os seguintes:
Vendedor A: em 10 abordagens, vendeu para sete clientes. Sua característica principal era ser simpático, não falava muito, entretanto, instigava o cliente a falar. Em algumas ocasiões, percebeu oportunidades de venda de outros produtos na conversa com o cliente. Um dos clientes que ele atendeu havia entrado apenas para comprar uma calça. Esse vendedor então lhe apresentou os modelos e enquanto fazia isso, de um modo aparentemente displicente foi combinando em cima do balcão algumas opções de camisas e cintos. O cliente se interessou por uma camisa de viscose e por um cinto. Na sequência lhe foi mostrado um par de mocassins que ele também comprou. Durante a conversa, o cliente também mencionou que iria viajar para o Nordeste em férias, o vendedor lhe mostrou uma linha de camisetas e bermudas. Nessa venda, no total foram 10 itens diferentes para um cliente que havia entrado somente para comprar uma calça.
Ao final dos 10 atendimentos, o ticket médio desse vendedor foi de quatro itens por cliente. Seus clientes deram notas com média 9,2 para ele.
Vendedor B: em 10 abordagens vendeu para quatro clientes. Sua característica principal era a animação. Falava muito. Sua taxa de venda adicional foi de 1,5 itens em média. Observamos que ele não ofereceu sistematicamente produtos casados em todas as abordagens, somente em duas. Nessas, o que ele ofereceu, vendeu.
Os clientes consideraram o atendimento do vendedor B muito simpático, simples e correto e a média das notas foi de 8,4.
Vendedor C: Em 10 atendimentos, converteu apenas dois. Não houve venda adicional. Curiosamente esse vendedor era o mais bem apessoado entre os três aqui mencionados. Seu estilo era quieto e a partir do clássico “posso ajudar?” ele se limitava apenas a mostrar o que o cliente pedia, não respondendo às objeções nem oferecendo alternativas ou produtos casados (venda adicional). Os atendimentos foram rápidos e a média foi de um item por compra. Os clientes que compraram, levaram apenas o produto pedido inicialmente. A sua média de notas dadas pelos clientes ficou em 8.
Vamos analisar os escores desses três vendedores:
Fonte: Varejista
Jovens da geração Y podem ser divididos em quatro tipos de profissionais
Quando o assunto é trabalho, os jovens da chamada geração Y (nascidos depois de 1980) podem ser divididos em quatro tipos de profissionais. Ao menos, é o que revela a pesquisa “O que os jovens buscam no mercado de trabalho?” realizada pela professora e coordenadora adjunta de graduação em Administração do Ibmec/RJ, Lucia Oliveira.
Sudeste foi a região que mais criou vagas em maio
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A Região Sudeste foi a responsável pela maior criação de vagas formais de trabalho em maio, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. No mês passado, foram criadas na região 189,5 mil vagas com carteira assinada. O saldo líquido de empregos criados com carteira assinada no Brasil, em maio, foi de 298.041. A expansão do emprego ocorreu, no entanto, em todas as regiões no período. O Nordeste (45,8 mil postos), o Sul (34,1 mil postos) e o Norte (11,9 mil postos) registraram saldos recordes no mês passado. A Região Centro-Oeste foi responsável pela criação de 16,7 mil vagas. O Caged identificou também que 25 unidades da federação verificaram expansão do mercado de trabalho em maio. São Paulo encabeçou a lista, com 98,6 mil postos, seguido por Minas Gerais (60,8 mil vagas), Rio de Janeiro (22,3 mil vagas) e Paraná (19,1 mil vagas). São Paulo também está à frente na geração de empregos quando é avaliado o período dos cinco primeiros meses do ano, com 475,4 mil postos. Em seguida, estão Minas Gerais (193,7 mil vagas), Rio Grande do Sul (96,8 mil) e Paraná (90,5 mil postos). |
Fonte: O Estado de São Paulo
Fórum de Gestão de Talentos no Varejo discute práticas de gestão de pessoas
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Com o tema “Talentos valorizam marcas, geram negócios e criam relacionamentos”, o Fórum de Gestão de Talentos, promovido pela GS&MD – Gouvêa de Souza, em parceria com a Amcham-Brasil (Câmara Americana de Comércio), trará as principais novidades dos segmentos de consumo, varejo e distribuição. Formadores de opinião e empresas multinacionais participarão do evento, debatendo temas emergentes e tendências relacionadas às melhores práticas de Gestão de Pessoas, Treinamento & Desenvolvimento e outros aspectos de Recursos Humanos. O Fórum será dividido em dois painéis: o primeiro será sobre como atrair, reter e comprometer talentos, e contará com a participação de representantes da Livraria Cultura, Walmart e Vivo, apresentando seus cases de sucesso; o segundo painel, empresas como McDonald’s, Wegman’s, Built-a-Bear e Toys R US vão expor O que se deve fazer para gerir bem nossos talentos. Haverá também quatro palestras: “Apagão de talentos num cenário de crescimento”, conduzida por Eduardo Macedo, sócio-sênior da GS&MD – Gouvêa de Souza logo na abertura do evento, “O que faz de uma empresa um bom lugar para trabalhar”, “Talentos valorizam as marcas e criam relacionamentos” e “Ações estratégicas de Treinamento e Desenvolvimento”. Esta última abordará temas apresentados durante o Congresso Internacional da ASTD (American Society of Training and Development), maior evento mundial de Treinamento &Desenvolvimento realizado em maio, em Chicago, nos Estados Unidos. O evento acontecerá dia 22 de Junho, das 8h às 17h30, na sede da Amcham – Rua da Paz, 1.431. Mais informações pelo e-mail eventos@amcham.com.br ou pelo telefone (11) 3324-0194. Fonte: Vajerista |
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