Aniversariantes de Fevereiro

15/02 Erica Larissa Frasseto – Hercules
19/02 Ana Paula de Moraes Marcondes – Mucambo
25/02 Giani Dimitrolias – Mucambo
26/02 Sandra Cristina Américo - Fischer
26/02 Gláucia Dias Leite – Mucambo
27/02 Marcus Vinicius Diogo – Mucambo
União de Pão de Açúcar e Carrefour terá 27% do varejo brasileiro
A proposta de união do Pão de Açúcar com as lojas do Carrefour no Brasil, apresentada dia 28/06 , prevê a criação de um grupo que dominará 27 por cento do mercado brasileiro de varejo, afirmou a empresa que assessora a rede do empresário Abílio Diniz.
A união seria capitaneada pela Gama, empresa formada por BTG Pactual e BNDES, segundo a proposta detalhada pela Estáter, assessora do Pão de Açúcar. A oferta prevê investimento de 1,7 bilhão de euros pelo banco de fomento e 300 milhões de euros pelo banco de investimento.
“Teremos ganho de escala significativo caso seja aprovada a operação”, afirmou a jornalistas Claudio Galleazzi, sócio do BTG.
Segundo a Estáter, as sinergias de uma eventual união do Pão de Açúcar com o Carrefour no Brasil têm potencial de elevar o Ebitda da nova empresa combinada entre 1,3 bilhão e 1,7 bilhão de reais ao ano.
(Por Vivian Pereira)
Ouvidoria Novo Tempo
Foi criada com o objetivo de estabelecer um permanente canal de diálogo com os usuários pelo e-mail: sac@novotempopromocoes.com.br
O trabalho da Ouvidoria é importante para a identificação de quaisquer dúvidas dos usuários, buscando soluções para as questões apresentadas, oferecendo as informações e sugestões cabíveis e criando um canal de comunicação entre a Novo Tempo com funcionários e clientes.
O valor das marcas: da fábrica ao consumidor
Quando uma marca conquista um bom espaço em um mercado ou até mesmo em um ranking de avaliações, significa que ela conquistou fidelidade por parte de seus consumidores. A promessa e as expectativas sobre ela estão sendo cumpridas e todos seus atributos estão claros. Consequentemente, ela atrairá mais investimentos para a instituição, o que gera um aumento em seu valor de mercado.
E esse espaço só foi conquistado porque existem investimentos que a instituição fez e faz de modo ininterrupto na área de comunicação. Reforçar os conceitos de produtos e serviços de boa qualidade em ações de grande visibilidade do público faz com que seja criada uma associação direta com a marca, salientando os compromissos e as relações.
Nesse contexto, os canais de comunicação presentes nas relações de negócios entre empresas têm um papel muito importante. É necessário investir esforços na comunicação que acontece entre, por exemplo, as fábricas e revendas e, com isso, fortalecer as informações da marca com as pessoas que tem um contato direto com os consumidores, como representantes comerciais, vendedores, call centers, etc. Eles reforçam e dão mais credibilidade à marca porque a aproximam dos seus usuários.
É preciso manter a marca viva na cabeça do consumidor. E uma das formas é investir na qualificação da comunicação dentro do canal. Pesquisas recentes apontaram um aumento na intenção de compra dos consumidores. Isso significa que a marca que estiver mais próxima dessa realidade obterá uma imensa vantagem na hora da opção de compra de um produto, e um canal bem estruturado, com certeza, irá possibilitar esse retorno.
É necessário que a marca esteja presente em todos os processos da compra e em todos os níveis, em especial na avaliação e busca de alternativas, pois é o primeiro impacto da marca com o seu consumidor. Após identificar a necessidade, ela ira atrás das opções que melhor se encaixam nos seus critérios. A comunicação, nesse momento, deve se preocupar em informar ao máximo o comprador, influenciando-o na decisão de compra para não deixar espaços para dúvidas e evitando que ele opte pela concorrência. Por isso, a importância de um canal de vendas estar alinhado com os preceitos e intenções que a marca tem.
É importante, ainda, que a empresa sempre fique atenta a pesquisas, ao mercado, ao seu canal, ou qualquer que seja o ponto de apoio da marca. Entretanto, é preciso ter claro que estes não são os únicos métodos de análise de uma marca, devendo a empresa buscar também meios próprios de autoavaliação. Esse é um passo primordial para a manutenção da marca, fortalecendo e ampliando seus laços com os consumidores.
Por Eduardo Przybylski
Fonte: Varejista.com
Avance sempre
Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar. Mas, é importante não parar. Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso. Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena. Pequenos riachos acabam se convertendo em grandes rios.
Continue andando e fazendo. O que parecia fora de alcance esta manhã, vai parecer um pouco mais próximo amanhã, ao anoitecer, se você continuar se movendo para frente. A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.
Se você para completamente é muito mais difícil começar tudo de novo. Então, continue andando e fazendo. Não desperdice a base que você já construiu. Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante. Pode não ser muito, mas vai te manter no jogo.
Vá rápido, quando puder. Vá devagar, quando for obrigado. Mas, seja lá o que for, continue. O importante é não parar!
Texto de Jefferson Xavier, consultor organizacional.
As vendas vão reagir quando você reagir
Por Evaldo Costa
Estou há mais de três décadas atuando no varejo. Já visitei mais de 40 países e convivi com diferentes momentos da economia. Foram crises de governo, pacotes econômicos, falta de vendas, fartura de vendas, empresas prosperando, falindo etc.
Durante uma década atuei a frente de lojas nos principais shoppings do Rio de Janeiro e presenciei tantas empresas fechando as portas, que não seria capaz de enumerá-las. O tempo passa, as circunstâncias são outras, mas as causas do insucesso continuam as mesmas: quando o mercado está comprador, a maioria se acomoda, achando que vai durar para sempre. Daí vem um pequeno sinal de estagnação ou dificuldade de vendas e parece até que o mundo vai desabar. Fico chocado só em pensar que as pessoas continuam sentadas à frente da TV a esperar que uma boa notícia resolva os seus problemas.
Em boa parte dos insucessos empresariais que testemunhei, o pessoal de vendas não estava fazendo nada para criar melhorias, mas sim, esperando que as vendas ocorressem sem muito esforço. Fico impressionado como tem gente que só sabe reclamar, sem fazer nada de útil para que os resultados sejam otimizados. Uma vez li um ditado que dizia: “Quem quer fazer alguma coisa, arruma um motivo; quem não quer fazer nada, arruma uma desculpa.”
Quero dizer que nada vai melhorar até que mude a sua forma de pensar e agir. Portanto, um bom começo pode ser:
1) Pare de esperar que a economia e o governo façam o seu trabalho;
2) Deixe de ficar sentado, na expectativa de que as notícias resolverão o seu problema;
3) Abandone as desculpas e faça algo de útil para vender mais, a exemplo de atender bem, cadastrar e dar feedback otimizado aos clientes;
4) Entenda que você precisa se reciclar e faça algo de concreto neste sentido;
5) Não espere os consumidores comprarem de você: venda para eles;
6) Prepare-se nos momentos difíceis para estar pronto quando as coisas melhorarem;
7) Ouça menos previsões e faça a sua parte.
Vale ainda refletir: estão as empresas sabendo vender bem os seus produtos ou querem apenas anunciar, a espera que o cliente apareça e compre? Saiba que vender pela mídia pode até funcionar bem quando a economia estiver aquecida, mas não é o suficiente para atravessar, com segurança, mercados turbulentos.
O Brasil, felizmente, passou ileso por uma grande crise global e a economia continua “de vento em popa”. Isso é muito bom, mas tem muitas empresas, indivíduos e até setores inteiros se esquecendo de como vender. Se há alguém achando que isso vai durar para sempre é bom reavaliar os seus conceitos para não “dar com os burros n’água”.
As empresas e indivíduos mais valiosos são aqueles que são capazes de criar e dirigir as receitas, comprometendo-se e apoiando a formação, motivação e fortalecimento de suas equipes de vendas. Há apenas duas maneiras de vencer no varejo: preparando-se para ele ou apostando que irá ganhar alguns milhões na loteria.
Agindo da primeira forma, você logo vai constatar que o sucesso depende muito mais de você do que da economia aquecida, governo, fornecedor, mercado etc. Falta de vendas e baixa rentabilidade é quase sempre reflexo de sua acomodação.
Pense nisso e ótima semana.
Evaldo Costa é diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil, escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”. Contato: evaldocosta@evaldocosta.com ou www.evaldocosta.com.
Vendas de supermercados crescem 4,92% em junho
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As vendas reais do setor supermercadista cresceram 4,92% em junho, na comparação com o mesmo período do ano passado, informou a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em relação a maio, no entanto, o setor viu as vendas reais – ou seja, descontada a inflação – recuarem 4,59%. Em junho, a cesta básica que inclui 35 produtos considerados de largo consumo passou a custar R$ 275,91, uma queda de 1,22% em relação ao preço apurado em maio, segundo o instituto de pesquisas Gfk. Os produtos que registraram altas mais expressivas na comparação mensal foram farinha de mandioca (3,53%), xampu (3,34%) e queijo prato (3,23%). Já as quedas mais relevantes partiram do preço da batata (-19,29%), tomate (-9,74%) e açúcar (-7,12%). No semestre No acumulado do primeiro semestre, as vendas reais dos supermercados alcançam alta de 5,57%, ante os seis primeiros meses de 2009. Para o presidente da Abras, Sussumu Honda, o ritmo de crescimento das vendas deve ser mantido durante o segundo semestre. “Acredito que as boas notícias na área econômica, como a geração de empregos recorde no primeiro semestre e o crescimento da massa salarial, credenciam para um bom desempenho do setor no segundo semestre do ano”, observa. Em valores nominais, ou seja, sem descontar a inflação, as vendas subiram 10% perante junho de 2009 e avançaram 10,82% no acumulado do semestre. |
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Fonte: Varejista
Vendas no varejo: a diferença entre atender e vender
Vou relatar a experiência que tive em uma rede de lojas de roupas no Rio de Janeiro. O trabalho era identificar as razões pelas quais alguns vendedores vendiam mais que os outros.
Assim, fui às lojas, acompanhar os vendedores. Como o sistema de atendimento era de rodízio, acompanhei todos até ter dez atendimentos de cada um. Esse sistema pressupõe que todos os vendedores deverão ter chances iguais de resultado.
Para sumarizar, falarei apenas de três deles, do melhor, ou vendedor A, do regular, ou vendedor B e do pior, ou vendedor C. Os resultados foram os seguintes:
Vendedor A: em 10 abordagens, vendeu para sete clientes. Sua característica principal era ser simpático, não falava muito, entretanto, instigava o cliente a falar. Em algumas ocasiões, percebeu oportunidades de venda de outros produtos na conversa com o cliente. Um dos clientes que ele atendeu havia entrado apenas para comprar uma calça. Esse vendedor então lhe apresentou os modelos e enquanto fazia isso, de um modo aparentemente displicente foi combinando em cima do balcão algumas opções de camisas e cintos. O cliente se interessou por uma camisa de viscose e por um cinto. Na sequência lhe foi mostrado um par de mocassins que ele também comprou. Durante a conversa, o cliente também mencionou que iria viajar para o Nordeste em férias, o vendedor lhe mostrou uma linha de camisetas e bermudas. Nessa venda, no total foram 10 itens diferentes para um cliente que havia entrado somente para comprar uma calça.
Ao final dos 10 atendimentos, o ticket médio desse vendedor foi de quatro itens por cliente. Seus clientes deram notas com média 9,2 para ele.
Vendedor B: em 10 abordagens vendeu para quatro clientes. Sua característica principal era a animação. Falava muito. Sua taxa de venda adicional foi de 1,5 itens em média. Observamos que ele não ofereceu sistematicamente produtos casados em todas as abordagens, somente em duas. Nessas, o que ele ofereceu, vendeu.
Os clientes consideraram o atendimento do vendedor B muito simpático, simples e correto e a média das notas foi de 8,4.
Vendedor C: Em 10 atendimentos, converteu apenas dois. Não houve venda adicional. Curiosamente esse vendedor era o mais bem apessoado entre os três aqui mencionados. Seu estilo era quieto e a partir do clássico “posso ajudar?” ele se limitava apenas a mostrar o que o cliente pedia, não respondendo às objeções nem oferecendo alternativas ou produtos casados (venda adicional). Os atendimentos foram rápidos e a média foi de um item por compra. Os clientes que compraram, levaram apenas o produto pedido inicialmente. A sua média de notas dadas pelos clientes ficou em 8.
Vamos analisar os escores desses três vendedores:
Fonte: Varejista
Jovens da geração Y podem ser divididos em quatro tipos de profissionais
Quando o assunto é trabalho, os jovens da chamada geração Y (nascidos depois de 1980) podem ser divididos em quatro tipos de profissionais. Ao menos, é o que revela a pesquisa “O que os jovens buscam no mercado de trabalho?” realizada pela professora e coordenadora adjunta de graduação em Administração do Ibmec/RJ, Lucia Oliveira.
Sudeste foi a região que mais criou vagas em maio
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A Região Sudeste foi a responsável pela maior criação de vagas formais de trabalho em maio, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. No mês passado, foram criadas na região 189,5 mil vagas com carteira assinada. O saldo líquido de empregos criados com carteira assinada no Brasil, em maio, foi de 298.041. A expansão do emprego ocorreu, no entanto, em todas as regiões no período. O Nordeste (45,8 mil postos), o Sul (34,1 mil postos) e o Norte (11,9 mil postos) registraram saldos recordes no mês passado. A Região Centro-Oeste foi responsável pela criação de 16,7 mil vagas. O Caged identificou também que 25 unidades da federação verificaram expansão do mercado de trabalho em maio. São Paulo encabeçou a lista, com 98,6 mil postos, seguido por Minas Gerais (60,8 mil vagas), Rio de Janeiro (22,3 mil vagas) e Paraná (19,1 mil vagas). São Paulo também está à frente na geração de empregos quando é avaliado o período dos cinco primeiros meses do ano, com 475,4 mil postos. Em seguida, estão Minas Gerais (193,7 mil vagas), Rio Grande do Sul (96,8 mil) e Paraná (90,5 mil postos). |
Fonte: O Estado de São Paulo