Troféu expositor APAS 2010 – Empresas de pequeno porte

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PEQUENO PORTE:

Melhor Estande

1º Grupo Thoquino

2º GS1

3º Legas Group

Melhor Ação Promocional

1º Cimed

2º Grupo Thoquino

3º LATICÍNIOS CAROLINA

Melhor Exposição

1º GS1

2º Legas Group

3º LATICÍNIOS CAROLINA


Brasil é o quarto maior empregador de trabalho temporário no mundo

O Brasil é o quarto maior mercado para o trabalho temporário no mundo, com saldo médio diário de profissionais nesta categoria de 875 mil pessoas.

Por Karla Santana Mamona, InfoMoney

As três primeiras colocações são ocupadas pelos Estados Unidos (2,66 milhões), Japão (1,4 milhão) e Reino Unido (1,22 milhão), segundo a CIETT (International Confederation of Private Employment Agencies).

“O Brasil ocupar o quarto lugar em um ranking com 33 países é a constatação de uma realidade: a terceirização e o trabalho temporário se firmam cada vez mais como atividades modernas, que ampliam a geração de empregos formais, aumentando a competitividade dos países”, afirma o presidente do Sindeprestem (Sindicato das Empresas de Terceirização de Serviços e Trabalho Temporário no Estado de São Paulo), Vander Morales.

Além disso, completa Morales, o setor é porta de entrada para milhões de jovens no mercado de trabalho. Entre 1998 e 2008, o número de profissionais temporários em todo o mundo quase dobrou, passando de 4,8 milhões para 9,5 milhões de pessoas empregadas no setor.

Contratação para Dia das Mães

Para se ter uma ideia, somente para o Dia das Mães é estimado que sejam abertas 26 mil vagas temporárias, o que representa alta de 11%, ao serem comparadas com as do ano anterior. É o que aponta um levantamento realizado pela Asserttem (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário).

Neste ano, a proximidade com a Páscoa fez com que muitos contratos fossem mantidos, para suprir o aumento da demanda também no Dia das Mães. No total, são 65 mil profissionais temporários em atividade para a data comemorativa. Destes, 39 mil são remanescentes. A entidade acrescenta ainda que 10% dos temporários devem ser efetivados.

Os setores que mais se destacam no período do Dia das Mães são vestuário, acessórios, perfumaria e aparelhos eletroeletrônicos. Para Morales, a linha de televisores também deve aumentar consideravelmente as vendas e, como consequência, as contratações temporárias por conta da Copa do Mundo.

Direitos trabalhistas

O trabalho temporário no Brasil é regido pela Lei n° 6.019, de 3 de janeiro de 1974, mas nessa modalidade valem as mesmas regras trabalhistas dos regimes efetivos.

Dessa forma, o profissional temporário tem direito a salário equivalente, jornada de oito horas, recebimento de horas extras, adicional por trabalho noturno, repouso semanal remunerado, férias proporcionais, décimo terceiro e proteção previdenciária.

Nesse tipo de contratação, porém, a empresa é liberada do pagamento do aviso prévio. Quando demitido por justa causa, o trabalhador temporário também não recebe a indenização de 40% sobre o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

De acordo com a lei, o trabalho temporário tem a duração máxima de três meses, com direito a prorrogação por igual período.

Fonte: Site – Administradores – Seção: Notícias – 27/04/2010

Glossário de promoção e merchandising

O Comitê de Promoção & Trade Marketing da ABA, em conjunto com a Popai Brasil e Tantum, se organizaram e criaram o glossário de promoção e merchandising.

De “abordagem” a “woobler”, o arquivo trás definições de várias peças de PDV além de termos técnicos utilizados pelas agências, empresas e fornecedores.

Uma peça muito últil para o dia a dia do profisional de marketing e comunicação. O documento já está na sua 5º atualização. Para visualizar o arquivo  CLIQUE AQUI.

[Revista] The Economist – Brazil Takes Off (O Brasil Decola)

A edição de 14 de Novembro da conceituada revista The Economist traz artigo de capa sob o título “O Brasil decola”. Em editorial, a publicação fez elogios ao desenvolvimento recente do País, mas afirma que o maior risco para o grande sucesso da América Latina é a prepotência.

O artigo começa com a história da formação do acrônimo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China, que em inglês também pode significar tijolo) pelo Goldman Sachs. No começo, muitos foram críticos à presença da letra B. Agora, “o ceticismo parece fora de lugar”, descreve a publicação.

Segundo as previsões, em algum lugar na década após o ano de 2014 – muito antes do que o Goldman foi capaz de prever, acrescenta a revista – o Brasil deve passar a ocupar o lugar de quinta maior economia mundial, ultrapassando Inglaterra e França.

O Brasil já fez sua entrada no palco mundial, conclui, mencionando como símbolo a campanha vitoriosa do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016, apenas dois anos após a realização da Copa do Mundo de futebol no País.

Virtude e Defeitos
Em resumo, o crescimento brasileiro foi considerado não repentino, mas contínuo. A matéria cita que os primeiros passos foram dados quando um novo plano econômico foi capaz de domar a inflação, o Banco Central ganhou autonomia, houve a privatização de indústrias e a economia se abriu à entrada de capital externo.

A revista cita Vale, Petrobras, Gerdau e JBS como exemplos de multinacionais que foram capazes de florescer neste ambiente. Mas, “assim como seria um erro subestimar o Brasil, também seria errado ignorar suas fraquezas”. E aí a revista cita o aumento da folha de pagamento do governo em 13% desde setembro de 2008, os problemas com educação e infraestrutura (que já inclui o apagão da última terça-feira) e a violência.

“O importante é que o país não seja tão orgulhoso a ponto de achar que não é necessário resolver suas pendências, diz a revista. O desafio para o sucessor de Lula é encarar os problemas que ele sentiu ser capaz de ignorar. Um deles é a excessiva burocracia no País. “O resultado da eleição pode determinar a velocidade com que o Brasil vai avançar na era pós-Lula. De qualquer maneira, o país parece estar no rumo certo”.

Veja a capa da revista

Comércio varejista deve crescer mais de 10% neste ano, prevê CNDL

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) informou nesta quarta-feira (24) que as suas projeções de desempenho do comércio varejista em 2010 foram refeitas de 8,5% de crescimento para mais de 10% de expansão. A entidade prevê ainda “queda significativa da inadimplência” neste ano.

“A forte expansão do emprego – que aumentou o nível de confiança e atenuou o medo do trabalhador em perder seu emprego – e a forte queda na taxa de juros nos empréstimos para empresas e pessoas físicas, os menores desde 1994, são os principais responsáveis pela benéfica mudança do comportamento do setor”, informou a CNDL, por meio de nota à imprensa.

Segundo a Confederação, a tendência é de “melhora expressiva na comercialização de bens de maior valor”. “Quando os juros, os indicadores de desemprego caem e a confiança de manutenção do emprego atual sobe, a conseqüência é a forte expansão das vendas a prazo”, avaliou Roque Pellizzaro, presidente da CNDL.

De acordo com ele, o crescimento dos consumidores emergentes faz parte das tendências de 2010. “Também podemos visualizar, além da atenção às classes C e D, a desconcentração regional das redes de lojas, a internacionalização do varejo, o varejo eletrônico, as mídias sociais e a atenção ao portfólio de produtos como integrantes obrigatórios, daqui para frente, no dia a dia do mercado. Hoje, o cliente está mais atento, valoriza a qualidade, adquire produtos de maior valor agregado”, diz Pellizaro.

Fonte: G1


Vendas de supermercados cresceram 5,51% em 2009

SÃO PAULO - A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) divulgou há pouco que as vendas reais (descontada a inflação) do setor cresceram 5,51% em 2009 em relação a 2008. A alta ficou em linha com a estimativa divulgada pela associação no fim de novembro, de crescimento acima de 5,5% nas vendas reais. A entidade não divulgou os valores da vendas.

Em dezembro do ano passado, o crescimento real foi de 6,61% ante dezembro do ano anterior e de 31,2% em relação a novembro de 2009. Conforme a Abras, em novembro houve expansão de 3,53% na comparação com o mesmo mês de 2008 e queda de 2,64% ante outubro de 2009.

O índice de vendas da entidade teve crescimento acumulado de 10,65% em 2009 ante 2008 em valores nominais. O crescimento nominal foi de 11,21% em dezembro do ano passado ante dezembro do ano anterior e de 31,68% na comparação com novembro. No penúltimo mês de 2009, a alta nominal foi de 7,9% na comparação com novembro do ano anterior, mas houve retração de 2,24% em relação a outubro.

O valor da cesta de 35 produtos considerados de largo consumo, medido pela Abras e pela GFK, registrou alta acumulada de 0,32% no ano passado. Os produtos com maiores altas no ano passado foram açúcar (+57,2%), cebola (+50,7%) e batata-inglesa (+46,5%). Já as maiores quedas foram registradas nos preços do feijão (-34,4%), tomate (-22,7%) e arroz (-15,5%).

Em dezembro, o valor desta cesta de produtos subiu 0,32% ante dezembro de 2008 para R$ 261,51. Na comparação com novembro, foi registrada uma leve baixa de 0,04%.

Volume de vendas

O volume de vendas dos supermercados cresceu 3,2% no ano passado ante 2008, conforme a Abras. Os aumentos de 8,6% na cesta de bebidas alcoólicas e de 7,2% na cesta de perecíveis foram os principais fatores que levaram a essa expansão de volume.

Os maiores crescimentos foram nos itens: bebida energética (69,6%), molho de tomate refogado (14,3%) e leite em pó (11,4%). As maiores quedas foram nos itens uísque (8,9%), suco de frutas concentrado (8,6%) e inseticida (8,2%).

Fonte: Estadão